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terça-feira, 27 de janeiro de 2015
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
A publicidade também tem psicologia
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Livros,
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domingo, 15 de abril de 2012
Moonwalking with Einstein: a memória é uma arte
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| Moonwalking with Einstein |
quarta-feira, 28 de março de 2012
Elegia: Poesia Incompleta
| Poesia Incompleta |
sexta-feira, 20 de maio de 2011
A Bíblia das Artes Visuais: A Psicologia das Cores
Se o título não deixa dúvidas quando à intenção de Eva Heller - construir um corpus de conhecimento para as cores fundamentado nos processos psicológicos -, já o subtítulo da obra - Como actuam as cores sobre os sentimentos e a razão - anuncia o natureza eminentemente prática da empreitada da autora, piscando assim o olho a todos os profissionais das Artes Visuais. É, sem dúvida, um manual de sobrevivência para todos aqueles visam provocar efeitos usando diferentes paletas cromáticas.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Camera Work + 50 Photographers You Should Know
domingo, 9 de janeiro de 2011
Capas de Vinil por Joaquim Paulo
Os anúncios de mortes antecipadas fazem-me rir. Embora o aparato retórico explique a lógica de confronto que vamos vendo pelos media, a aceleração digital trouxe consigo uma infinidade de novos suportes que incitam essa nossa inevitável necessidade de comparar. O futuro do livro foi (e é) das primeiras coisas a ser discutido. Mas nem mesmo a rede escapou a vaticínios negros, como procalmou a WIRED. Os duelos de vida ou morte também se generalizam a tecnologias mais recentes, como o Ipad versus Kindle. E o velhinho vinil? Esse foi morto e enterrado pelo Nano da Apple, dizem. Ou talvez não. A razão deste prelúdio é colocar esta questão: e quando os objectos têm história? Ou melhor, o que sucede aos objectos com uma identidade?O radiofonista Joaquim Paulo tem uma resposta possível para questão. Para o caso, a sua estória começa em 2008 quando organizou para a editora alemã Taschen o livro Jazz Covers, que foi premiado com o Prix du Livre da Academia Francesa de Jazz.
Em 2011 regressa com uma nova proposta, Funk & Soul Covers, um volume de 400 e muitas páginas mais um bónus: um disco de 7 polegadas. E pelos vistos não vai ficar por aqui. Um terceiro volume dedicado ao Brazil - bossa nova e tropicalismo à mistura - avizinha-se para breve.
No árdua tarefa de selecção das capas, Joaquim Paulo priviligiou o seu gosto pessoal enquadrado por factores que conectam os discos, como as editoras e os fotógrafos. Em relação a editoras, dois nomes saltam à vista: a Motown e a Stax. Mas a escolha extendeu-se a outras paragens, como a inclusão do nigeriano Fela Kuti, um expoente do afro-punk dos 70s. Para perspectivar o fenómeno musical, foram incluídos no livro tops de discos feitos por convidados e entrevistas com figuras mais ou menos históricas. Esta amálgama ajuda a entender a música como algo mais do que uma sequência de notas; a par do som há sempre imagens e conceitos que criam uma forma de estar no mundo, ou seja, uma identidade.
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